A CIDADE E O TEMPO
Não há mais chuva sobre Porto Alegre. Pelo menos, nessa manhã. Daqui de cima, no meio do centro, podemos ouvir o de sempre, as sirenes, os ônibus manobrando na XV, alguma moto cacarejando, nunca um canto de passarinho, menos ainda uma canção qualquer subindo agradável até o nono andar, diferente dos petardos do cancioneiro político […]