A CIDADE E A ESPORÁDICA INSÔNIA
Noutros tempos fui insône pelo prazer. Prazer de ouvir o silêncio peculiar das madrugadas e nele adentrar na ampliação de um detalhe como o barulho da água quente sendo absorvida pela erva do mate na cuia em minha mão, ou mesmo o deleite de capturar a intervenção de uma música vinda do rádio, […]