A CIDADE E O VÁCUO
’Algumas vezes neva em abril’. É uma balada do Prince bem agradável, daquelas que arrancam qualquer coisa de dentro e suspendem os emaranhados por entre os cabos de luz e troncais de alta tensão e marquises cheias de musgo e eles, os emaranhados, desenroscam-se na ventania e vão formando outros novelos, novenas, caleidos. Tudo tão […]