A CIDADE E CÉLINE
“Aqui estamos de novo sozinhos. Tudo isto é tão lento, tão pesado, tão triste…Logo estarei velho. E então, chegará o fim. Veio tanta gente ao meu quarto. Deixaram tanta coisa e não me disseram nada. Foram embora. Envelheceram, coitados, vagarosamente, cada um no seu canto.
Ontem, às oito horas, morreu a zeladora, a Senhora Bérenge.
Uma grande […]